Viarco | Colectivo Laboratório
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COLECTIVO LABORATÓRIO

2018

O Colectivo Laboratório viu no posicionamento da Viarco (relativamente ao meio artístico) um lugar inspirador e estimulante para realizar mais uma das suas residências.

O ambiente desta fábrica é único, conservando um património industrial ímpar. Afirma a sua identidade e história e mantêm vivo um espírito de reinvenção e inovação notável.

A atenção e o rigor com que todos os materiais são pensados e produzidos é extraordinária. Com valores simbólicos e afetivos despertos, a qualidade mais que comprovada e todas as possibilidades para a exploração de várias técnicas e materiais, os produtos da Viarco tornaram-se extremamente interessantes, desafiantes e aliciantes especialmente para os artistas. Estes factores potencial naturalmente a dinâmica do Colectivo Laboratório, que se distingue pela experimentação e partilha de ideias.

Deste cruzamento de saberes, resultou um conjunto de trabalhos produzidos durante os dois momentos da residência artística, que se realizaram de 10 a 16 de junho e de 5 a 10 de agosto de 2018.

A exposição anuncia alguns dos caminhos explorados durante a permanência na fábrica e promove a diversidade de propostas e complementaridade de formas de expressão. Os espaços foram escolhidos por e para todos, tendo em consideração cada intervenção.

 

Miguel Gaspar realizou um projeto fotográfico, registando momentos do funcionamento da fábrica, dos seus colaboradores e dos outros artistas do colectivo, apresentando um conjunto de retratos que captam essas ações/expressões.

No caso de Ana Fonseca, as duas instalações celebram o desenho (através do estudo, experimentação e prática) e realçam o potencial da grafite sobre diversos suportes.

As esculturas suspensas da Beatriz Horta Correia estabelecem, pela escala e tratamento plástico, um diálogo contrastante com o espaço envolvente, totalmente  impregnado de grafite, e de forte carácter industrial.

A dupla Falsos Gémeos (Sofia e Rui) executaram à medida e em diversos materiais, uma série de trabalhos que pretendiam simultaneamente eleger particularidades arquitectónicas e libertar a imaginação dos que ali trabalham. Para esse efeito, criaram cenografias/ambientes saturados onde se pode encontrar vegetação vibrante e animais híbridos.

As intervenções de Graça Pereira Coutinho estabelecem duas relações distintas com a fábrica. Para uma, trouxe a anterior residência (também em contexto fabril) um conjunto de imagens, gerando através destas suas vivências uma sequencialidade entre as duas residências. Para a oura, suspendeu sobre uma bancada de trabalho um desenho (Mar Azul), que promove o bem-estar e acrescenta ao espaço um sentimento de esperança e liberdade.

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